sábado, 11 de maio de 2013

FOBIA SOCIAL ou TRANSTORNO DE ANSIEDADE SOCIAL


Na fobia social a pessoa se sente ansiosa em "situações sociais". A pessoa fica insegura e o grau de ansiedade pode ser muito intenso, podendo chegar a uma crise aguda de ansiedade.
 As situações sociais temidas podem ser variadas, como entrar em lugares cheios de pessoas, escrever na frente dos outros, falar em público, comer em locais públicos,  viajar de ônibus, metrô ou outro meio de transporte pũblico, ir a um evento social, fazer uma entrevista de emprego, encontrar um conhecido etc.
 O Transtorno de Ansiedade Social pode ser classificado em dois subtipos. Um subtipo  denominado generalizado, na qual a pessoa teme quase todas as situações sociais: conversar, sair em lugares públicos, falar, comer, escrever em público, etc
E um subtipo denominado não generalizado, ou restrito, no qual a pessoa teme uma ou poucas situações sociais específicas.
 Durante a situação social a ansiedade tende a persistir levando a pessoa a enfrentar níveis altos de sofrimento. Quando sai da situação, a ansiedade tende a diminuir significativamente, o que reforça tendências de fuga e evitação de novas situações. 
 A própria expectativa de ter que enfrentar situações sociais já pode ativar ansiedade, levando a pessoa a evitar estas situações temidas. Este comportamento de evitação pode ir limitando significativamente a vida da pessoa.
 A fobia social se diferencia da timidez comum: 
(1) pelo grau de intensidade da ansiedade gerada antes e durante a situação social, e 
(2) pelo grau de prejuízos que traz à vida da pessoa, com comprometimentos que alcançam a esfera profissional, escolar e social. 
 Por esta razão é também chamada de "timidez patológica".
 Pelo caráter pouco conhecido deste transtorno, muitas pessoas só procuram ajuda quando seu quadro está associado a outros problemas. A fobia social tende a abalar a auto-estima da pessoa e pode contribuir para o desenvolvimento de depressão, abuso de álcool e drogas e outros quadros ansiosos.
 A Fobia Social é reconhecida pela Organização Mundial da Saúde como um transtorno psicológico. As pesquisas indicam que entre 4 e 12% de pessoas vão apresentar transtorno de ansiedade social em algum momento de suas vidas.
 Numa situação social temida a pessoa com fobia social apresenta dois tipos de sintomas: de ansiedade e situacionais.
 Os sintomas de ansiedade podem incluir palpitações, falta de ar, tontura, sensação de desmaio, enrubescimento, suor, embaçamento da visão etc.
 Os sintomas situacionais podem variar como por exemplo, tremer e não conseguir escrever, gaguejar, travar a garganta e não conseguir engolir, sentir vontade de ir ao banheiro, dar um branco e não lembrar de algo importante, etc. Estas reações produzem forte insegurança, levando a pessoa a duvidar de sua capacidade de conseguir desempenhar a função social envolvida na situação.
 É comum que a pessoa comece a temer antecipadamente sentir-se mal nas situações, o que dispara uma ansiedade antecipatória forte. Há um medo de se sentir embaraçado, inadequado e não se sair bem na situação. A dúvida e a incerteza produzem insegurança e ansiedade. Uma das consequências é a pessoa começar a evitar situações em que ela imagina que poderá passar mal, o que vai restringindo sua vida.



NORMALIDADE E PARANORMALIDADE

“Normalidade é perceber o mundo através dos cinco sentidos, que são: audição, olfato, paladar, tato e visão. Tudo o que escapa a esses sentidos, a parapsicologia convencionou chamar de paranormalidade. A paranormalidade foi muito utilizada pelo Dr. Joseph Banks Rhine, da Universidade de Duke, nos Estados Unidos que, através da pesquisa quantitativa, modernizou a Metapsíquica e transformou-a na Parapsicologia. A palavra Parapsicologia pode ser desmembrada de acordo com a origem grega: pará (proximidade, paralelo, elemento acessório), psyché (alma, espírito) e logos (tratado, ciência). Paranormal é o fenômeno que ocorre paralelamente ao normal.”